Estou a ler a obra "O Futuro do Pensamento Brasileiro" do filósofo Olavo de Carvalho.
Ele lastima não haver mais entre nós pensadores como Otto Maria Carpeaux, Gilberto Freire, Mário Ferreira dos Santos e Miguel Reale.
O bom de pensadores como esses serem brasileiros é que não ficamos reféns de traduções duvidosas.
Mas percebo que nada implicam em fatos que influenciam a rotina dessas 190 milhões de bananas. Não impediram nem incentivaram Plano Real e cotas para universidades públicas, por exemplo.
E mesmo que o Brasil tivesse milhares de intelectuais assim, o sol nesceria e pôr-se-ia no mesmo lugar, só esperando a reforma engendrada pelo Criador de tudo.